Uma nova análise técnica da Digital Foundry colocou Resident Evil Requiem frente a frente nas versões de Nintendo Switch 2 e Xbox Series S. O resultado mostra um cenário curioso: enquanto o console da Microsoft entrega desempenho mais estável, o híbrido da Nintendo surpreende na qualidade de imagem.
Qualidade de imagem: vantagem inesperada do Switch 2
Segundo a análise, o Switch 2 roda o jogo em resolução nativa de 540p no modo dock, utilizando tecnologia DLSS da Nvidia para reconstrução de imagem. Já o Xbox Series S executa o título em 720p nativo com outro método de upscaling. Confira o vídeo:
Mesmo partindo de uma resolução mais baixa, o DLSS consegue entregar uma imagem mais limpa e com melhor reconstrução de detalhes em comparação ao resultado do Series S. A Digital Foundry destaca que, apesar de o Switch 2 ser teoricamente o menos potente em capacidade bruta de processamento gráfico, o uso eficiente do DLSS faz diferença perceptível na nitidez final.
Em termos visuais, o port para o console da Nintendo é descrito como elegante, mostrando que a tecnologia de reconstrução da Nvidia compensa limitações de hardware.
Desempenho: Xbox Series S leva vantagem clara

Se no quesito imagem o Switch 2 surpreende, em desempenho a história é diferente. O Xbox Series S mantém uma taxa de quadros majoritariamente estável em 60 fps.
Já no Switch 2, a taxa de quadros é desbloqueada, o que resulta em maior variabilidade. No modo dock, o jogo pode cair para a casa dos 30 fps, enquanto no modo portátil há registros de quedas para a faixa dos 20 quadros por segundo.
Na prática, isso significa que o Series S oferece experiência mais fluida e consistente, enquanto o Switch 2 prioriza qualidade visual com custo em estabilidade de desempenho.
Visual vs. performance: qual escolher?

A comparação evidencia duas abordagens distintas. O Xbox Series S entrega estabilidade e fluidez, algo essencial para jogadores que priorizam resposta rápida e consistência.
O Switch 2, por sua vez, mostra que a combinação de hardware híbrido e DLSS pode gerar resultados visuais acima do esperado, mesmo partindo de resolução interna inferior.
No fim das contas, a escolha depende do perfil do jogador. Quem valoriza desempenho sólido provavelmente encontrará no Series S a melhor experiência. Já quem prioriza qualidade de imagem e a flexibilidade do modo portátil pode considerar o Switch 2 uma opção interessante.
A análise reforça como diferentes estratégias técnicas podem levar a resultados distintos, mesmo rodando o mesmo jogo na mesma geração.
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