Uma nova fase em Westeros começa agora. O Cavaleiro dos Sete Reinos (A Knight of the Seven Kingdoms) já estreou e chega com a missão nada modesta de expandir o legado de Game of Thrones sem repetir a mesma fórmula. A proposta aqui é outra, mais íntima, mais pé no chão e, justamente por isso, cheia de potencial.
Ambientada cerca de 70 anos depois dos eventos de A Casa do Dragão e quase um século antes da série original, O Cavaleiro dos Sete Reinos acompanha dois personagens improváveis: Sor Duncan, o Alto, um cavaleiro jovem, ingênuo e surpreendentemente honrado, e seu escudeiro Egg, pequeno no tamanho, mas grande em curiosidade e inteligência.
Juntos, eles cruzam Westeros enfrentando perigos, figuras poderosas e situações que, aos poucos, moldam destinos maiores do que eles imaginam.
A série adapta a primeira das histórias de Dunk e Egg, escritas por George R. R. Martin, e tem apenas seis episódios nesta primeira temporada. É uma escolha clara: menos batalhas gigantes, mais foco em diálogos, relações e consequências. Martin, inclusive, participa ativamente do projeto como cocriador e produtor executivo, algo que tranquiliza até os fãs mais desconfiados.
A série estreou domingo, 18 de janeiro, com episódio novo sempre aos domingos. No Brasil, O Cavaleiro dos Sete Reinos fica disponível exclusivamente na HBO Max, com transmissão simultânea à exibição da HBO na TV por assinatura.
Os episódios entram no catálogo por volta das 23h (horário de Brasília), seguindo o padrão das grandes produções do canal.
Não. Esse talvez seja um dos maiores trunfos da série. Apesar de se passar no mesmo universo, O Cavaleiro dos Sete Reinos funciona muito bem como uma porta de entrada. Não exige conhecimento profundo sobre casas, intrigas antigas ou mapas complexos. Quem conhece Westeros vai captar referências extras; quem não conhece, acompanha sem dificuldade.
O elenco aposta mais em atuações sólidas do que em grandes nomes, o que combina com o tom da história. Peter Claffey vive Sor Duncan, enquanto Dexter Sol Ansell interpreta Egg. Também aparecem figuras importantes do passado de Westeros, como membros da Casa Targaryen e dos Baratheon, todos em versões bem diferentes das que o público conhece.
Depois de anos apostando em dragões, guerras colossais e disputas épicas, O Cavaleiro dos Sete Reinos faz o caminho inverso. Ela aposta no humano. Na conversa ao pé da estrada. No erro pequeno que vira tragédia. Na amizade improvável que sustenta tudo quando o mundo parece grande demais.
É uma série que não tenta competir com Game of Thrones. Ela anda ao lado, e talvez seja exatamente por isso que funcione tão bem.
O que você acha? Comente com a gente logo abaixo, e por fim, fique ligado no Avance Games para não perder nenhuma novidade!
Aproveite para compartilhar clicando no botão acima!
Visite nosso site e veja todos os outros artigos disponíveis!