Novo Assassin’s Creed não será lançado tão cedo, aponta rumor

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O streamer j0nathon, famoso por vazar informações sobre a saga Assassin’s Creed, publicou um vídeo falando sobre as dificuldades que a Ubisoft têm enfrentado graças ao COVID-19, e que isso já está afetando o calendário de lançamentos da empresa. Por tanto, um novo Assassin’s Creed estaria bem longe de acontecer.

E claro, Assassin’s Creed é uma das franquias que está passando por dificuldades para se adaptar ao atual momento, e por isso, um próximo game dos assassinos só deve chegar após 2023. E caso esse vazamento se concretize, esse será a maior “pausa” que a série já deu, desde a sua reformulação entre o Syndicate (2015) e o Origins (2017).

Para uma franquia que a alguns anos atrás havia acostumado seus fãs com lançamentos anuais, talvez isso seja um ponto preocupante. Tendo em visto que recentemente anunciaram também que até a expansão do seu último game, o Valhalla (2020), também terá um atraso.

Sabemos que Assassin’s Creed Valhalla é um sucesso absoluto, que dobrou o número de vendas do Assassin’s Creed Odissey, e podemos imaginar o quanto a Unisoft deseja lançar o mais rápido possível a continuação dessa consagrada franquia. O que nos resta agora é esperar e torcer para que essa pandemia passe logo.

Ubisoft deve lançar menos jogos no futuro – Entenda

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A Ubisoft deve lançar menos jogos no futuro e mudar seu foco para o que já foi lançado e títulos free-to-play. É o que indica a última reunião de investidores da gigante dos games.

Há alguns anos, o padrão da Ubisoft é de lançar três ou quatro títulos AAA (ou games de alto orçamento) por ano, mas segundo o CFO Frederick Duguet, isso deve mudar gradualmente. Ele afirma que, após o fim do ano fiscal de 2022 (março do ano que vem), a empresa deve focar mais em jogos já lançados, games free to play para mobile (como o novo Assassin’s Creed que será lançado pela Tencent na China), que atualmente correspondem a 9% dos seus negócios, e “outras experiências premium”.

A Ubisoft já investe bastante no modelo de “jogos como serviço”, que é a ideia de atualizar um jogo ao longo de anos e dar incentivos para que jogadores gastem dinheiro neles de forma recorrente. Praticamente todos os games da desenvolvedora nos últimos anos possuem alguma forma de microtransação, onde é possível pagar por vantagens e itens ao invés de conquistá-los jogando.

Um exemplo de sucesso desse modelo é o FPS competitivo Rainbow Six Siege, que só no ano passado ganhou mais 15 milhões de jogadores, totalizando 70 milhões desde o seu lançamento em 2015.

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No ano passado, a empresa passou por uma reestruturação em sua equipe editorial. Um pequeno grupo na sede em Paris era responsável por direcionar os games produzidos para um caminho de mesmice. Essa é uma reclamação comum entre os jogadores, o que já estava levando à vendas decepcionantes.

Agora, cada franquia terá uma equipe específica, na tentativa de tornar as experiências mais únicas. Com isso, um game que estava em desenvolvimento na Ubisoft Motreal foi cancelado e diversos outros foram ou estão sendo retrabalhados.

A Ubisoft tem passado por momentos turbulentos. Ainda em 2020, executivos da empresa foram demitidos após diversas acusações de assédio sexual. Uma pesquisa feita com 14.000 funcionários no mesmo ano mostrou que 25% sofreu ou testemunhou má conduta no ambiente de trabalho.

Far Cry 6, Rainbow Six Quarantine, Skull & Bones, Riders Republic, o remake de Prince of Persia: Sands of Time Roller Champions foram mencionados por Duguet na reunião. Os títulos devem ser todos lançados até o ano que vem.

Fiquemos no aguardo para o que o futuro realmente tem guardado para a Ubisoft.

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