Se você faz parte do grupo que achou Starfield um pouco “vazio” ou “raso” em comparação aos clássicos da Bethesda, o mestre por trás das trilhas sonoras de Fallout tem um recado para você: o problema não é o jogo, é o tempo. Em uma entrevista recente ao portal RPG Site, o compositor Inon Zur saiu em defesa do RPG espacial e não poupou elogios ao diretor Todd Howard.
Zur, que é a mente por trás dos temas icônicos de Fallout 3 e 4, acredita que a recepção mista de Starfield aconteceu porque o público simplesmente “não estava pronto” para a proposta do game no lançamento.
Todd Howard: O “Visionário” Incompreendido?
Para Zur, trabalhar com Todd Howard é uma experiência revigorante. Ele descreve o diretor da Bethesda como uma das pessoas mais criativas da indústria, alguém que enxerga tendências e conceitos que o resto do mundo só vai entender anos depois.
“Todd é um visionário. Ele vê coisas que as pessoas só começarão a descobrir anos mais tarde. Quando Starfield foi lançado, acredito que as pessoas simplesmente não estavam prontas para ele”, afirmou o compositor.
Segundo Zur, Howard tem uma postura resiliente diante das críticas: “Ele acredita no seu caminho e já provou repetidas vezes que, eventualmente, as pessoas entendem sua visão. É apenas uma questão de tempo”.
Starfield vai envelhecer como vinho?
A grande aposta de Inon Zur é que o status de Starfield vai mudar radicalmente no futuro. Ele não tem dúvidas de que o jogo alcançará o patamar de “lendário”. Essa é uma afirmação forte, considerando que muitos jogadores ainda reclamam da exploração planetária e da falta daquela “densidade” clássica encontrada em Skyrim ou Fallout 4.
A real é que a Bethesda parece estar seguindo exatamente esse roteiro. Em vez de tentar transformar o jogo em um “Starfield 2.0” com mudanças fundamentais, o estúdio está focando em conteúdos que agradem quem já ama a experiência original.
O veredito da comunidade
Embora a trilha sonora de Zur seja quase unanimidade pela sua qualidade épica, o debate sobre o game continua aceso em 2026. Para alguns, Starfield tem mecânicas de combate sólidas e um lore fascinante, mas falta “tempero” na exploração. Para outros, como Zur, estamos diante de um clássico que só precisa de paciência para ser reconhecido.
E você, concorda com o compositor? Acha que daqui a cinco anos estaremos todos chamando Starfield de obra-prima, ou o jogo vai ser lembrado apenas como “ok”? A galáxia de Pywel pode até ser vasta, mas a discussão sobre ela é ainda maior!
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