A corrida pela fidelidade visual nos consoles acaba de ganhar um novo capítulo. Após o lançamento do PSSR 2.0 (PlayStation Spectral Super Resolution) no PS5 Pro, a Sony confirmou que o próximo passo na evolução do hardware será a implementação do Frame Generation (Geração de Quadros).
Em entrevista ao Digital Foundry, Mark Cerny, o principal arquiteto do PlayStation, confirmou que uma biblioteca equivalente à tecnologia da AMD deve aparecer nas plataformas da Sony “em algum momento”.
O que é o Frame Generation e por que ele importa?
Diferente do upscaling (que aumenta a resolução), o Frame Generation usa inteligência artificial e aprendizado de máquina para “criar” quadros inteiros entre os quadros reais renderizados pela GPU.
- Fluidez extrema: Isso pode fazer um jogo que roda a 30 FPS parecer que está rodando a 60 FPS, ou levar títulos de 60 FPS para a casa dos 120 FPS.
- O desafio: A tecnologia exige alto processamento de IA para evitar artefatos visuais e latência nos comandos.
Quando chega ao seu console?
Se você esperava ver o recurso ainda este ano, vai precisar ter paciência. Cerny foi enfático ao dizer que a Sony não tem novos lançamentos de software de sistema planejados para 2026. Isso indica que o foco da empresa agora é a estabilização do PS5 Pro e o desenvolvimento da próxima geração.
Com o PlayStation 6 previsto para algum momento entre 2027 e 2028, especula-se que o Frame Generation seja anunciado como um dos pilares do novo console, possivelmente com uma versão otimizada (e talvez mais limitada) chegando via atualização para o PS5 Pro.
PS5 Pro e a parceria com a AMD
Um ponto interessante é que a arquitetura do PS5 Pro já possui componentes de IA avançados. Como a tecnologia FSR Redstone da AMD foi desenvolvida em parceria direta com a Sony, as chances de o PS5 Pro receber o recurso são altas.
Modders já conseguiram rodar versões experimentais dessa tecnologia em hardwares de PC similares ao console, provando que o poder de fogo está lá — o que falta é o “sinal verde” e o refinamento da Sony para garantir que a experiência não comprometa o tempo de resposta do controle.
Vai por mim: o futuro do PlayStation não é apenas sobre “poder bruto”, mas sobre o quão inteligente o console pode ser para entregar imagens fluidas sem fritar os componentes.
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