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O que achei de Tomb Raider IV-VI Remastered – Análise/Review

Um vislumbre do que os games já foram e ainda podem ser: pro bem ou pro mal

by Juan de Carvalho
21 de março de 2025
in Games
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Uma coisa meio assustadora sobre games é que, segundo um estudo divulgado em 2023, cerca de 87% dos jogos lançados antes de 2010 não estão mais disponíveis comercialmente. Dentre as mídias e artes, a indústria dos games parece particularmente desinteressada em preservar sua história. Não só isso: empresas como a Nintendo lutam continuamente contra quem tenta fazer isso tendo em vista a quantidade de emuladores e sites de ROMs derrubados pela gigante japonesa nos últimos anos.

Em meio a uma quantidade sem precedentes de demissões, jogos cancelados e estúdios sendo fechados, é um alívio poder contemplar o que as Aspyr está fazendo com os clássicos da franquia Tomb Raider. Começando com a primeira trilogia de jogos no ano passado, a desenvolvedora lançou uma segunda coleção com os números IV a VI, mantendo os jogos quase que exatamente como eram nos anos 90/2000 e ao mesmo tempo acrescentando gráficos modernos e diversas mudanças de qualidade de vida.

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Devo confessar que essa é a primeira vez que realmente paro pra jogar os jogos clássicos. Tendo jogado os reboots de 2006 e 2013, dá pra ver como os fãs mais old school ainda preferem esses jogos mais antigos, ao mesmo tempo que tive um vislumbre do quanto os games mudaram de 25 anos pra cá – pro bem e pro mal.

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A primeira coisa a se notar é o trabalho primoroso da Aspyr ao remasterizar esses jogos. Apesar da geometria dos cenários e algumas animações entregarem que os títulos 4 e 5 foram lançados no PS1, os cenários e personagens ganharam texturas e modelos modernos que casam perfeitamente com a direção de arte original na maior parte do tempo.

Bom, mas e se eu for um fã antigo e gostar da Lara poligonal e dos gráficos pixelados do jeitinho que eram? Com o mero toque de um botão (“options” no PS5, mas vai variar de acordo com sua plataforma), você pode alternar entre o visual novo e o antigo a qualquer momento de forma instantânea, sem carregamentos ou travamentos. Com a adição de um modo fotografia, uma das minhas maiores diversões foi ficar comparando personagens e cenários nos dois estilos. É um prato cheio pra quem gosta de arte e história com os belíssimos assets em 4k.

E quanto ao gameplay? Bom, como outros da época, esses jogos usavam um esquema de controles “tanque”. Se você preferir, ainda pode jogar da mesma forma, mas uma opção de controles modernos foi adicionada, com movimentação mais fluída e câmera livre… que não resolve todos os problemas desse estilo francamente datado. Guiar Lara pelo cenário pode ser meio frustrante, com várias quedas acidentais. Além disso, alguns momentos do jogo foram desenhados com a movimentação tanque em mente e simplesmente não funcionam no estilo novo, sendo necessário alternar entre ambos para passar de certos obstáculos – estou falando de coisas simples como pular em direção à uma alavanca elevada para ativá-la.

E lembra aquela sensação de que jogos antigos eram mais difíceis? Isso é algo bem presente aqui: não há mapa nem lista de objetivos a serem seguidos, então o jogador tem que descobrir por conta própria o que fazer, de aprender como os controles funcionam até construir um mapa mental de cada cenário. Eu gosto disso em geral, mas me peguei muitas vezes tendo que consultar um detonado para descobrir algo extremamente obtuso como mecânicas que só são usadas em um único momento e são sequer sugeridas.

Alguns dos mapas são muito bem desenhados e te fazem se sentir inteligente ao descobrir segredos ou atravessar uma sessão complicada de plataforma, mas deu pra ver porque em gerações seguintes os desenvolvedores optaram por explicar melhor como seus jogos funcionam e colocar alguns facilitadores de navegação. Mesmo outros jogos ali do final dos anos 90, como Thief, faziam um trabalho melhor em deixar claro o que o jogador precisa fazer sem recorrer a opções mais convenientes como minimapas ou marcadores de objetivo. Não teria achado ruim se a Aspyr tivesse tentado tornar esses jogos um pouquinho mais acessíveis sem precisar recorrer a fontes externas.

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Ainda sobre melhorias, os desenvolvedores também corrigiram bugs, padronizaram o gameplay entre os jogos e até acrescentaram conteúdo cortado dos originais. O sexto jogo, Angel of Darkness, tem a infâmia de ter sido lançado incompleto, mal otimizado e com uma porção de bugs, ganhando uma nova chance para brilhar aqui e sendo o mais beneficiado dos três, apesar da mudança menos radical no visual – o jogo já havia sido lançado no PS2, então o salto gráfico entre o original e o remastered é bem menor. E ah, diferente de outros remastereds, menus e legendas se encontram inteiramente em português.

No geral, a Aspyr fez um trabalho fantástico ao trazer de volta esses jogos, tanto para fãs antigos como talvez os mais novos. As esquisitices do original talvez espantem a maioria acostumada com as facilidades dos jogos mais modernos, mas permanecem aventuras fantásticas que ajudaram a moldar os games em 3D como o conhecemos. Por ser um dos pioneiros, ao longo de quase 30 anos muitos devs aprenderam com Tomb Raider o que fazer ou não e entregar alguns outros clássicos que temos hoje.

É o tratamento que diversos jogos da época merecem (alô Sony, Nintendo, Konami e Capcom!). Fico aqui na torcida pelo sucesso dessas coletâneas para que entreguem também a trilogia LAU do PS2, minha favorita até aqui. E, quem sabe, o futuro da série também pode aprender com o passado.

 

Tags: ReviewTomb Raider

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